terça-feira, 13 de julho de 2010

Zeca: Entrevista exclusiva à rádio nativa.

Em compromissos de campanha no municpio de Noaque na segunda-feira12/07, o ex-governador Zeca do PT concedeu entrevista exclusiva ao professor e radialista Paulinho nos estúdios da rádio nativa fm, falou da sua afinidade e amizade com o presidente Lula, que inclusive sugundo o ex governador o presidente foi um grande incentivador da sua candidatura, visando um retorno ao parque dos poderes, destacou as principais prioridades de um eventual 3º governo liderado por ele, que dará ênfase aos projetos sociais e desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental.
Na entrevista o petista destacou tambem a importancia da adesão da prefeita municipal Ilca Corral Mendes Domingos/ PMDB à sua campanha e do candidato ao senado Dagoberto Nogueira do PDT, o ex-governador teve um histótrico de divergencias políticas com a prefeita, mas declarou que tudo está superado e que está feliz com a adesão, e ainda que a atitude dela representa o reconhecimento dos investimentos realizado pelo governo do presidente Lula nos municípios, completou afirmando que estára em Dourados nos próximos dias recebendo a adesão de mais um grande grupo de dissidentes do partido do atual governador André Puccinelli.



Fonte: Paulo Pereira

3M FAZ 1º ANIVERSÁRIO

A panificadora e confeitaria 3M completa um ano de de atividades, e seus proprietários o casal Márcio Flávio Pinheiro e Leonara Folle, satisfeitos pelo sucesso do empreendimento, comemora com uma mesa farta oferecida aos clientes. A panificadora 3M está localizada no centro da cidade de NioaqueMS, e atende ao público com uma variedade depães, bolos, biscoitos, doces... atende encomendas para festas fone (67) 3236 2676.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Congresso aprova as regras para os investimentos do governo federal em 2011

O Congresso aprovou na manhã dessa quinta-feira (8) a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2011, com apenas uma mudança quanto ao texto aprovado ontem pela Comissão Mista de Orçamento. A LDO define como serão as regras para se administrar os investimentos do governo federal ao longo do ano.

A alteração deixa claro que tanto o Senado, como a Câmara, podem decidir sobre o repasse de verbas para obras irregulares, mesmo se as informações prestadas sobre o projeto estiver desatualizado.

O texto aprovado também define que o próximo presidente da República será p responsável por definir o aumento para o salário mínimo em 2011.

As regras também obrigam o governo a assegurar recursos para a correção real das pensões e aposentadorias vinculadas à Previdência Social em 2011, inclusive para as que estão acima do piso. É a primeira vez que uma LDO trata desse assunto. Tradicionalmente, a lei aborda apenas o salário mínimo, sem regular as aposentarias e pensões do INSS.

O texto garante que as estatais e órgãos com regimes licitatórios próprios – como a Petrobras, o Sistema Eletrobrás e a Brasil 2016, que vai gerenciar as obras das Olimpíadas – terão de regular os preços das suas licitações pelas tabelas oficiais de custos da construção civil e de obras rodoviárias.

A LDO também prevê que o Sistema S (formado por entidades como o Sesc e o Senac) deve informar na internet, a cada dois meses, todo o dinheiro arrecadado.

Do; R7.com

Vacinação contra febre amarela cai mais de 40% no país em um ano

A aplicação de vacinas contra a febre amarela vem caindo nos últimos anos no Brasil. Entre 2008, quando 17 milhões de doses foram distribuídas, e 2009, quando o número foi de 10 milhões, a queda foi de 41%. Até maio deste ano, menos de 1 milhão de vacinas foram aplicadas na população, o que correspondente a 10% do total contabilizado em 2009. Em 2007, foram administradas um pouco mais de 3 milhões de vacinas em todo o território nacional.

A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida pelo mosquito do Aedes aegypti (o mesmo transmissor da dengue), que aparece em áreas silvestres e urbanas e pode matar. A doença é encontrada em regiões tropicais da América do Sul e da África e considerada endêmica em 34 países, incluindo o Brasil.

A única forma efetiva de prevenção contra a doença é a vacina, que é aplicada no país há pelo menos três décadas e deve ser tomada a cada dez anos. A vacina é oferecida gratuitamente em postos de saúde. Ela é indicada a todos que moram ou vão se dirigir para regiões de mata do Centro-Oeste, da Amazônia, Minas Gerais, do interior de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.


O número de casos da doença vinha diminuindo a cada ano no Brasil, chegando a dois em 2006 e 13 em 2007, mas cresceu em 2008 e 2009 e chegou a 46 infecções, o que aumentou a procura pela vacina. Em 2010, o ministério registrou um caso de febre amarela no país, que levou a pessoa à morte no Mato Grosso do Sul.

Os especialistas consultados pelo R7 perceberam a queda como uma possível mudança de foco do brasileiro que, sem notícias de propagação de casos, deixou de procurar a vacina. Para o infectologista Gustavo Johanson, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a exposição de casos na mídia, ou a falta deles, interfere na escolha da população pela vacina.

- Há três anos houve uma grande exposição da doença na mídia, o que levou muitas pessoas a se vacinar por medo. Quando esse número permanece no nível endêmico, o governo não lança mais campanha em nível nacional e isso faz com que o número de doses acabe decaindo.

Mesmo com o número baixo de casos, deixar de tomar a vacina e se dirigir para áreas endêmicas pode significar um risco maior de contrair a doença, segundo o epidemiologista Pedro Tauil, do Núcleo de Medicina Tropical da UnB (Universidade de Brasília).

- A doença tem uma sazonalidade, aparece principalmente em dias mais quentes e chuvosos, entre novembro e maio. As pessoas que se dirigem a essas áreas têm que se vacinar dez dias antes período para fazer efeito.

O epidemiologista afirma que a vacina é considerada segura e, de acordo com alguns estudos internacionais, sua proteção pode ultrapassar os dez anos. No entanto, ela não é indicada para gestantes, alérgicos a ovo, pessoas imunodeprimidas (como portadores de Aids), crianças com menos de seis meses e pessoas que estejam tomando imunossupressores em tratamentos de câncer ou transplante. A estas pessoas vale como recomendação usar repelente e roupas que cubram o corpo, caso precisem estar em áreas de risco.

Já para Johanson, a queda no número de doses não significa um problema de saúde pública.

- Toda campanha gera uma preocupação maior, mas não acredito que isso tenha que ser uma preocupação de saúde pública, porque não se vacina totalmente a população. Se não há uma razão concreta não tem porque se vacinar.

Outro lado

O Ministério da Saúde afirma que a diferença no número de doses aplicadas de um ano para o outro tem origem na validade da vacina, que deve ser administrada somente a cada dez anos. Nos anos de 2008 e 2009, segundo o ministério, “houve um crescimento exagerado da demanda por vacinas contra a doença, devido a um aumento de casos em áreas onde a febre amarela não era registrada há décadas (São Paulo e Rio Grande do Sul), extrapolando as áreas até então consideradas endêmicas".

A ampla divulgação dos casos na época de surto teria ocasionado “uma busca maior pela vacina em quase todo o país, inclusive em locais sem a recomendação da vacina”, segundo o órgão.

Do; R7.com

 
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